segunda-feira, 27 de junho de 2011
In the beginning
Diz-se que a primeira medida que um governo toma é exemplar, emblemática e dá o mote para o que será a governação. Felizmente parece que temos um governo centrado no essencial.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
mutatis mutandis
O país mudou, ou talvez não. O futuro não é brilhante, mas se pensarmos bem, nunca o foi. Andamos em crise desde 1147, aproximadamente. E sempre a tentar fugir da dita. Primeiro para Marrocos, depois para o mar (África, Índia, Brasil, China, Japão, eu sei lá), depois, sob as cinzas de um império, veio primeiro o Brasil, seguido de uma Europa por reconstruir. Chegamos ao fim da estrada, dizem os velhos do Restelo. Porém eu não vejo o fim de nada, mas antes o eterno retrono à fuga. E agora fica a pergunta: Quem quer ser português? Quem quer abraçar o devir português de fugir à terra pátria, para nessa fuga encontrar a essência da Portugalidade?
terça-feira, 19 de abril de 2011
Opusculo #1
Onde iremos parar, quando vemos os dias passar e o medo a pairar no ar? O vento não muda de rumo, vivemos com fogo e sem fumo. E assim deprimidos numa espiral de gemidos, caminhamos cabisbaixos pelas ruas desta nossa amargura.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Lições de Politica Económica avulsa #3
Diz o Krugman, que não pesca nada disto:
"the reason Greece (and Ireland, and Portugal, and to some extent Spain) are in so much trouble is that by adopting the euro they’ve left themselves with no good way out of the aftereffects of the pre-2008 bubble."
Que é como quem diz, o busílis da questão assenta na deficiente construção do euro e um problema à escala europeia necessita de uma solução à escala europeia.
Indo novamente ao Krugman e olhando para o gráfico não está bom de ver que Portugal andou mesmo a viver numa espiral de despesismo?

Só é pena existirem tantos exemplos da realidade que refutam uma explicação tão bem gizada.
Mas afinal de contas o que é que isso interessa?
Nada
"the reason Greece (and Ireland, and Portugal, and to some extent Spain) are in so much trouble is that by adopting the euro they’ve left themselves with no good way out of the aftereffects of the pre-2008 bubble."
Que é como quem diz, o busílis da questão assenta na deficiente construção do euro e um problema à escala europeia necessita de uma solução à escala europeia.
Indo novamente ao Krugman e olhando para o gráfico não está bom de ver que Portugal andou mesmo a viver numa espiral de despesismo?

Só é pena existirem tantos exemplos da realidade que refutam uma explicação tão bem gizada.
Mas afinal de contas o que é que isso interessa?
Nada
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
I got the blues
Enrolava um charro com o despudorado desprezo de quem sabia que esta pátria não era branda para com o português suave.
Fumava provisórios porque sabia que na vida não havia definitivos. Não se podia dizer que ele era um mau rapaz. Ele era o produto de uma geração enrrolada numa mortalha de papel de arroz.
Fumava provisórios porque sabia que na vida não havia definitivos. Não se podia dizer que ele era um mau rapaz. Ele era o produto de uma geração enrrolada numa mortalha de papel de arroz.
domingo, 2 de janeiro de 2011
Sumula
Um ano passou. Gente morreu, gente nasceu.
Nós por cá tudo bem, esperemos que esta vos encontre bem de saúde.
As saudações da praxe.
Tudo de bom.
Nós por cá tudo bem, esperemos que esta vos encontre bem de saúde.
As saudações da praxe.
Tudo de bom.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Ah e tal, é que ele é muito experiente
Diz o Público que há caso numas nomeações para os CTT. Não é coisa que espante ninguém. O compadrio parece ser desporto nacional e ninguém se choca. Todos conhecemos n casos, em diversos contextos da nossa vida empresarial e profissional. Este não deixa de ser o aspecto que mais me entristece no meu país. E para conhecermos um pouco mais a dimensão da coisa, sugiro a leitura deste livrinho
Vai uma aposta?
O juro da divida soberana chegou hoje à tão propalada fasquia psicológica dos 7%. Parece que os "mercados" responderam ao desafio do Teixeira dos Santos: "Vá, vamos lá a ver se têm coragem, vá metam lá os juros a 7% que eu chamo o meu primo FMI e ele parte-vos todos!"
Já bastava o que bastava, não era necessário que o ministro das finanças comete-se o erro de palmatória de anunciar um limite para a intervenção do FMI. A partir dai era só uma questão de tempo até que os movimentos especulativos levassem os juros a superar esse limiar.
Imediatamente as vozes do costume já vieram dizer que agora é que é. Venha o FMI
Querem lá ver que eles não estão enganados? E mais diria, e que tal se especularmos que o ministro não foi tão inapto quanto isto e que afinal isto faz parte uma estratégia muito bem pensada?
Já bastava o que bastava, não era necessário que o ministro das finanças comete-se o erro de palmatória de anunciar um limite para a intervenção do FMI. A partir dai era só uma questão de tempo até que os movimentos especulativos levassem os juros a superar esse limiar.
Imediatamente as vozes do costume já vieram dizer que agora é que é. Venha o FMI
Querem lá ver que eles não estão enganados? E mais diria, e que tal se especularmos que o ministro não foi tão inapto quanto isto e que afinal isto faz parte uma estratégia muito bem pensada?
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Sons de uma vida #1
Mellon Collie and the Infinite Sadness - The Smashing Pumpkins
Corria o ano de 1995 quando os Smashing Pampkins lançaram este seu álbum icónico. Um CD duplo, conceptual, onde se exploram os trilhos da Vida (From Dawn to Dusk) e da Morte (From Twillight to Starlight).
Para um adolescente a amadurecer ideias e concepções de vidas estes foram sons marcantes.
A raiva transbordante de Bullet With Butterfly Wings
O Lirismo melancólico de Tonignt, Tonight
Ou o retrato do vazio adolescente de 1979
Ou o paixão de Zero
Ou qualquer um das 28 brilhantes canções que compõem este monumento musical.
Aqui fica a lista completa, para memória futura.
Corria o ano de 1995 quando os Smashing Pampkins lançaram este seu álbum icónico. Um CD duplo, conceptual, onde se exploram os trilhos da Vida (From Dawn to Dusk) e da Morte (From Twillight to Starlight).
Para um adolescente a amadurecer ideias e concepções de vidas estes foram sons marcantes.
A raiva transbordante de Bullet With Butterfly Wings
O Lirismo melancólico de Tonignt, Tonight
Ou o retrato do vazio adolescente de 1979
Ou o paixão de Zero
Ou qualquer um das 28 brilhantes canções que compõem este monumento musical.
Aqui fica a lista completa, para memória futura.
Disco 1: Dawn To Dusk
- "Mellon Collie And The Infinite Sadness" - 2:52
- "Tonight, Tonight" - 4:14
- "Jellybelly" - 3:01
- "Zero" - 2:41
- "Here Is No Why" - 3:45
- "Bullet With Butterfly Wings" - 4:18
- "To Forgive" - 4:17
- "Fuck You (An Ode To No One)" - 4:51
- "Love" - 4:21
- "Cupid De Locke" - 2:50
- "Galapogos" - 4:47
- "Muzzle" - 3:44
- "Porcelina Of The Vast Oceans" - 9:21
- "Take Me Down" - 2:52
Disco 2: Twilight To Starlight
- "Where Boys Fear To Tread" - 4:22
- "Bodies" - 4:12
- "Thirty-Three" - 4:10
- "In The Arms Of Sleep" - 4:12
- "1979" - 4:25
- "Tales Of a Scorched Earth" - 3:46
- "Thru The Eyes Of Ruby" - 7:38
- "Stumbleine" - 2:54
- "X.Y.U." - 7:07
- "We Only Come Out At Night" - 4:05
- "Beautiful" - 4:18
- "Lily (My One And Only)" - 3:31
- "By Starlight" - 4:48
- "Farewell And Goodnight" - 4:22
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