#1
"Não pago bons salários porque sou rico, sou rico porque pago bons salários"
Robert Bosch
#2
The $5-a-day Workday
After the success of the moving assembly line, Henry Ford had another transformative idea: in January 1914, he startled the world by announcing that Ford Motor Company would pay $5 a day to its workers. The pay increase would also be accompanied by a shorter workday (from nine to eight hours). While this rate didn't automatically apply to every worker, it more than doubled the average autoworker's wage.
While Henry's primary objective was to reduce worker attrition—labor turnover from monotonous assembly line work was high—newspapers from all over the world reported the story as an extraordinary gesture of goodwill.
After Ford’s announcement, thousands of prospective workers showed up at the Ford Motor Company employment office. People surged toward Detroit from the American South and the nations of Europe. As expected, employee turnover diminished. And, by creating an eight-hour day, Ford could run three shifts instead of two, increasing productivity.
Henry Ford had reasoned that since it was now possible to build inexpensive cars in volume, more of them could be sold if employees could afford to buy them. The $5 day helped better the lot of all American workers and contributed to the emergence of the American middle class. In the process, Henry Ford had changed manufacturing forever.
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Os senhores Doutores
O Senhor Doutor foi consultar os senhores doutores e com justa razão, acrescento eu, que tão grave doença necessita de tão douta sapiência.
Muito preocupados se revelaram os doutores, que assim não pode ser, que mais impostos não dá, há que cortar na despesa e a talhe de foice que esta gente não é de fiar, sorvem o contribuinte que só ver com as suas mordomias escabrosas, qual exercito de vampiros. Receber sem trabalhar, é o que faltava, há por aí muita escada para lavar e salários de luxo é para cortar, que isto 600€ alimenta muito vicio. Não fosse o despesismo desta cambada de inúteis e não tinha o país chegado ao estado a que chegou. E bem falam os doutos doutores que tem conhecimento de causa, senão vejamos:
O excelso Doutor João Salgueiro, além de ter sido Ministro de Estado e das finanças entre 1981 e 1983 foi presidente da Associação Portuguesa de Bancos e, portanto, sabe bem o sacrifício que foi para o sistema financeiro português ter de financiar (passe o pleonasmo) os abusos desta maralha que quis ter casa e carro, só visto.
O excelentíssimo Doutor Eduardo Catroga foi Ministro das Finanças entre 1993 e 1995 e tentou travar este regabofe à custa de penhoras de retretes.
O sábio Doutor Abel Mateus foi Administrador do Banco de Portugal entre 1992 e 1998 e conhece como ninguém o que se desbaratou com tanta loucura despesista.
O putativo paineleiro do Apocalipse, Doutor Medina Carreira, à décadas nos avisa em vão dos nossos desvarios, ou não soubesse ele o que são as finanças do país, ele que foi Ministros das ditas cujas entre 1976 1978.
O loquaz Engenheiro promovido a Economista Luís Mira Amaral, sucessivamente Ministro do trabalho e da Indústria, que posteriormente se dedicou a administrar empresas na área industrial, como a Cimpor, e sabe bem o que o Estado esbanja em construção
O Magnifico Doutor João Duque, que só por não haver justiça neste mundo, ainda não foi ministro, mas que tem dedicado a sua vida a formar os líderes deste país, sabe bem que só a calanzice de todo um povo impede os seus tão bem formados líderes de por o país nos eixos.
Todas estas mentes brilhantes certamente ajudaram a formar no espírito não menos brilhante do Doutor Passos a quasicerteza da necessidade absoluta de não viabilizar o próximo OE. Vá por eles Doutor passos, é tudo gente bem formada, sapiente e sem qualquer sombra de responsabilidade sobre este triste estado de coisas.
Muito preocupados se revelaram os doutores, que assim não pode ser, que mais impostos não dá, há que cortar na despesa e a talhe de foice que esta gente não é de fiar, sorvem o contribuinte que só ver com as suas mordomias escabrosas, qual exercito de vampiros. Receber sem trabalhar, é o que faltava, há por aí muita escada para lavar e salários de luxo é para cortar, que isto 600€ alimenta muito vicio. Não fosse o despesismo desta cambada de inúteis e não tinha o país chegado ao estado a que chegou. E bem falam os doutos doutores que tem conhecimento de causa, senão vejamos:
O excelso Doutor João Salgueiro, além de ter sido Ministro de Estado e das finanças entre 1981 e 1983 foi presidente da Associação Portuguesa de Bancos e, portanto, sabe bem o sacrifício que foi para o sistema financeiro português ter de financiar (passe o pleonasmo) os abusos desta maralha que quis ter casa e carro, só visto.
O excelentíssimo Doutor Eduardo Catroga foi Ministro das Finanças entre 1993 e 1995 e tentou travar este regabofe à custa de penhoras de retretes.
O sábio Doutor Abel Mateus foi Administrador do Banco de Portugal entre 1992 e 1998 e conhece como ninguém o que se desbaratou com tanta loucura despesista.
O putativo paineleiro do Apocalipse, Doutor Medina Carreira, à décadas nos avisa em vão dos nossos desvarios, ou não soubesse ele o que são as finanças do país, ele que foi Ministros das ditas cujas entre 1976 1978.
O loquaz Engenheiro promovido a Economista Luís Mira Amaral, sucessivamente Ministro do trabalho e da Indústria, que posteriormente se dedicou a administrar empresas na área industrial, como a Cimpor, e sabe bem o que o Estado esbanja em construção
O Magnifico Doutor João Duque, que só por não haver justiça neste mundo, ainda não foi ministro, mas que tem dedicado a sua vida a formar os líderes deste país, sabe bem que só a calanzice de todo um povo impede os seus tão bem formados líderes de por o país nos eixos.
Todas estas mentes brilhantes certamente ajudaram a formar no espírito não menos brilhante do Doutor Passos a quasicerteza da necessidade absoluta de não viabilizar o próximo OE. Vá por eles Doutor passos, é tudo gente bem formada, sapiente e sem qualquer sombra de responsabilidade sobre este triste estado de coisas.
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